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“inimigo disfarçado, é inimigo dobrado…”
Quinta-feira, 26 de Julho de 2012

LF - ∞ Brenda

olá a todas, dan aqui ♥ queria desde já pedir desculpa pelo tempo que demorei a postar. estes últimos dias não foram propriamente facéis para mim, aconteceram algumas coisas, mas nada que não se resolvesse. o problema é que isso afectou a minha imaginação. lembrava-me sempre que tinha que postar, mas odeio ter que escrever por obrigação. mas vá, espero que me perdoem, porque fiz um cap qualquer coisa de grande ihihi digam-me o que acharam, pessoas lindas. kiss :)

 Ouvi a voz do Bieber soar em tom autoritário – Esta festa já deu o que tinha a dar, vamos embora – ele encarou-me, esperando uma resposta da minha parte, mas em vez disso foi a outra loira bitch que se meteu.

Também acho que sim – olhou para mim com desdém Essa sempre vem connosco amor? essa? Com certeza que por estes lados há alguém a querer ficar sem cabelo.

Antes que o senhor traficante pudesse proferir uma só palavra, impus-me – Amiga, essa tem nome, mas para ti? Será apenas o teu maior pesadelo, e o maior sonho do Bieber – virei os meus olhos na direção do mesmo e ele encarava-me com um sorriso um tanto.. malicioso, no rosto – E sabias que também se faz festa contigo, e comigo, num quarto, a noite toda? – sim, eu iria aproveitar todas as oportunidades para o provocar.

O placar agora estava 1-0, e ganhava eu, como é óbvio. Era evidente que ele tinha aprovado a ideia, e poderia jurar que ele tinha imaginado a cena, já que reparei acidentalmente no que ele transportava entre as pernas. Posso jurar que à pouco não havia tanta vida por aqueles lados.

O manobrista chegou perto de nós, e com cautela, entregou a chave ao Bieber, que rapidamente agradeceu – e eu que pensava que não havia educação por estas bandas.. well, acho que me enganei. Ele olhou para mim e para a Decay - que, por casual ironia do destino, no momento nos encontrávamos a uma distância propícia para eu lhe enfiar um tiro no meio da testa – e ordenou que entrássemos no carro.

Coitado, acha que manda e eu vou a correr? Bom, ao contrário da Decay, que prontamente o fez, eu virei costas, decidida a seguir até ao meu carro. Ignorei os chamamentos do Bieber, mas de repente sinto o meu braço ser puxado com uma leve força.

Onde pensas que vais? Eu disse para entrares no carro – ele repetiu o que eu já tinha ouvido, mas desta vez num tom de voz como se quisesse dizer “deves ser burra ou surda, e não me ouviste, para me estares a desobedecer”. É tão iludido..

Bem Bieber, para um traficante julgava-te mais perspicaz.. Eu vou no meu carro, porque eu quero, entendidos? – fiz questão de carregar no ‘meu’ e no ‘eu’, de maneira a que ele entendesse que posse é sem dúvida algo que faço questão de ter. A toda a hora.

Ele puxou-me para mais perto de si, enquanto a sua mão descansava nas laterais do meu corpo. Não me mexi, fiquei totalmente imóvel, não só esperando alguma reacção da sua parte, como também todo o seu toque sobre mim tinham criado uma espécie de corrente eléctrica.

Desta vez passa shawty, mas não penses que será sempre assim. Eu sou o Justin Bieber, tenho o controlo sempre – ele sussurrou toda a frase, e fez questão de demorar quando disse o ‘sempre’, mordendo logo de seguida o meu lóbulo da orelha.

Eu nada disse, e soltei-me dele, continuando a caminhar, mas desta vez de forma sexy e provocadora. Olhei para trás e ele continuava especado a olhar para mim, quando de repente a voz fina e aguda da Decay sobressaiu no meio daqueles prédios por onde nos encontrávamos – Justin, onde é que estás? – a sua voz parecia perto, deveria estar a tentar encontrá-lo, mas sem sucesso, visto que estávamos pra lá de refundidos.

Vai Bieber, não deixes a tua groupie à espera, pode cansar-se – lancei-lhe um sorriso malicioso e de repente, eis que aparece a versão mais rasca da Barbie rebelde, lê-se: Decay.

Ela pegou no seu braço, e tentou, em vão, movê-lo dali, mas o cabrão tinha força. Ele lançou-me um último olhar, e eu correspondi com um “Na tua cama ou na minha?” inaudível, mas eu sei que ele tinha percebido. Para além de encarar os meus lábios, fez questão de me piscar o olho, o que eu entendi como uma meia-resposta.

Ignorei qualquer outro sinal de vida por ali, e segui até chegar ao meu carro.

Dirigi até à rua principal onde o veículo do Bieber se encontrava, esperando que eu aparecesse. Quando o fiz, o mesmo dirigiu em frente, e depois de algumas voltas chegamos finalmente.

Era uma casa enorme, mas não seria de esperar o contrário. Ele era um traficante. Precisava daquilo. Era como se fosse um item-chave na lista de “Coisas que um traficante precisa”. E o Bieber tinha-o. Uma bruta de uma mansão, com seguranças por tudo o que era canto. Não era para menos. Sendo ele quem era, a sua casa era um alvo a atingir para chegar mais depressa a ele. E o inimigo sabia-lo. Eu sabia-o.

Passando o grande portão, seguimos até à garagem, onde saímos dos respectivos carros. O Bieber veio até mim – deixando a Decay com cara de cú a olhar para tal gesto da parte dele – e logo iniciamos um dialogo tão interessante.

Apresento-te o Paraíso onde irás viver pelos próximos tempos – ele estendeu a mão para a frente assim que passamos a grande porta da mansão. Não havia como negar, tudo ali era caro e luxuoso. Até mesmo para mim, que sempre vivi com grandes poses financeiras. Eu tinha até medo de respirar aquele ar, só pelo grandiosidade do hall de entrada. Tinha sido tudo decorado até ao mais pequeno pormenor.

Paraíso, Bieber? E eu que achava que isso era o teu quarto – fitei-o – a menos, claro, que fodas pela casa toda – ele sorriu-me malicioso e eu prontifiquei-me a retribuir do mesmo modo.

Sabes, contigo poderei abrir uma excepção – ele aproximou o seu corpo do meu - é onde quiseres – falou agora num tom mais baixo, o que deixava a sua voz extremamente sexy. Num acto rápido, ele lambeu o meu lóbulo – sim, que raio de obsessão que ele tinha ido arranjar – e depois mordiscou o mesmo com uma leve força.

Encolhi-me e sem pensar, respondi-lhe – Acho que prefiro nem perguntar onde é que essa língua já andou, Bieber – ao pronunciar o seu apelido, fiz questão de estreitar os olhos, e ele limitou-se a rir. Não sei se com tal acto da minha parte ou se com o meu comentário.

Só nesse instante me dei conta que a Decay tinha sumido por algum daqueles corredores enormes, mas nem liguei muito a isso. Quantas menos putas, melhores. Provavelmente tinha ido vestir qualquer pedaço de pano – a que ela dá o nome da lingerie – para ver se o Bieber a fode de outra maneira.

Reprimi os meus pensamentos, estava a tornar-me perversa demais.. Mas isso não me afectava. Toda eu era assim, para quê tentar mudar agora?

Estava tão envolta nos meus desvaneios tão diversificados que quando dei por mim já estava a subir as escadas com o Bieber atrás de mim.. Suspeito!

E por falar em suspeito, ainda não vi nada nesta casa que pudesse incriminar o traficante mais cobiçado de sempre, que, tão perto de mim, eu poderia jurar que não passava de alguém normal. Mas normal não descreveria parte nenhuma do Bieber.

Bem, é este – ele disse, enquanto parávamos em frente a uma porta de madeira branca – o meu quarto é este mesmo em frente – apontou desta vez para uma porta igual à que se encontrava à nossa frente.

Hmm, estamos perto – roçei os meus lábios no seu pescoço – gosto disso. Já que odeio andar muito para conseguir o que mais quero – fui subindo, parando perto dos seus lábios – se é que me entendes, claro Bieber.

Ele olhou maliciosamente para mim, e quando se começou a aproximar para me beijar, afastei-me dele – Bem Bieber, até amanhã – pisquei-lhe o olho e adentrei, finalmente, no meu novo quarto.

Era simples, mas tinha todo ele uma grande elegância. O luxo extinguia-se evidentemente do hall até ao meu quarto. Mal posso esperar para ver todo o resto da casa.

Havia também 2 portas, as quais fiz questão de abrir. Uma delas era uma casa-de-banho grandiosa, e outra um closet que deveria ser sensivelmente do mesmo tamanho que o quarto.

Como já tinha tudo isto planeado, tirei da minha bolsa uma t-shirt larga, e fui à casa-de-banho onde me troquei. Sem muitas demoras, deitei-me, já que no dia seguinte teria de acordar cedo.

*****  *****

Acordei com o meu telemóvel a indicar que eram 07h30. Não me podia atrasar por isso dirigi-me à casa de banho, onde tentei  arranjar o cabelo, e lavei o rosto. Logo de seguida vesti a roupa que tinha ontem, e saí do quarto. Naquele momento não queria que alguém notasse a minha presença, por isso fui cuidadosa. Fiz o mesmo trajecto que tinha feito ontem à noite, mas no sentido inverso. Desci as escadas, passei pelo hall, saí pela porta principal, e encaminhei-me à garagem, onde entrei no carro. No portão principal, fiz sinal para que os seguranças me deixassem sair, e eles prontamente abriram passagem.

Como ainda não tinha tomado o pequeno-almoço, fui até ao Starbucks, onde pedi um Caramel Macchiato tamanho grande, e um bolo cujo não sei o nome.

Provavelmente estão a perguntar-se o porquê de ter acordado cedo e vir até aqui, no entanto, a resposta é simples. Eu não podia simplesmente acordar, ir ao carro, e de lá tirar uma mala de viajem com algumas coisas básicas, certo? Iria ser estranho o suficiente, por isso, vim fazer algum tempo.

O relógio marcava 08h15, o que indicava que já era tempo suficiente. Saí do estabelecimento, e dirigi de volta à mansão do Bieber.

Pensava que os seguranças iam armar um caralho à quarta para me deixar entrar, mas afinal não. Provavelmente ele já os tinha posto a par da situação. Ou pelo menos, do essencial: eu iria morar ali.

Depois de ter estacionado o carro, lembrei-me que não tinha como entrar de novo, portanto teria que tocar à campainha. Assim o fiz, e depressa um homem, na casa dos 50 anos, abriu a porta.

Bom dia, eu sou a... – não pude continuar, já que fui interrompida.

Faça favor de entrar Senhorita, eu sei quem é. O patrão já nos pôs ao corrente da situação – o Bieber era rápido a espalhar a ordem. Gosto disso. Subiu 2 pontos na minha consideração. É que sinceramente, ter que explicar tudo, a toda a gente daquela casa, não estava bem no meu cartório de Coisas giras a fazer.

Agradeci, e com um sorriso educado virei costas, subindo as escadas apressadamente. Precisava de tomar banho e trocar de roupa.

Adentrei o meu mais novo quarto, e assim fiz. Fui até à minha mala, que tinha deixado em cima da cama, e escolhi uma roupa para vestir. Posto isto, aproveitei e deixei logo aquele pequeno monte de roupa guardado no closet. Com o tempo, iria comprando a roupa que precisasse, afinal, não faria sentido trazer tudo, sem saber quanto tempo vou ficar aqui. Ou até saber quanto tempo demorará até o plano dar certo.. ou não.

Não tinha mais nada a fazer ali, por isso decidi ir à procura do Bieber.

Quando estava a sair, eis que dou de caras com ele a sair também do seu respectivo quarto.

Bom dia Brenda – ele disse enquanto me encarava, sorrindo. Ao principio, lancei-lhe um olhar estranho, não só pelo acto de simpatia, ou boa-educação, mas também pelo sorriso. Não que nunca o tenha visto a sorrir. Mas daquela forma tão.. pura? Tinha acabado de presenciar tal acto pela primeira vez em toda a minha vida. Como o que eu precisava era, não só de provas, mas também de confiança, decidi sorrir-lhe educadamente de volta.

Já tomaste o pequeno-almoço? – inquiriu-me ele.

Sim, eu aproveitei, e já que tinha ido casa buscar algumas coisas, passei pelo Starbucks – respondi-lhe prontamente.

E… – ele pareceu hesitar – precisas de alguma coisa? – e foi nesta altura que o Bieber Perverso acordou, pois fui brindada com um sorriso malicioso. E que sorriso… Oh meu Deus… - Foco, Brenda, foco! Não te deixes levar como as outras putas que ele traz cá para casa – repeti internamente para mim mesma, logo assumindo o controlo da situação.

Sabes que sim Bieber, não estou aqui só porque queria uma casa para morar – agora tinha sido vez dele de ganhar o meu sorriso mais cínico – eu quero um lugar nos teus negócios!

Eu não posso simplesmente envolver uma mulher nisto! O que te leva a pensar que és melhor que as outras, shawty? – não iria ser difícil dar-lhe a volta.

Oh, c’mon… Fazemos assim, levas-me contigo hoje, eu faço os testes que quiseres, e se me sair bem, entro – disse aproximando-me do seu peito, passando a mão vagarosamente por lá – e ambos sabemos que eu vou passá-los! Um. Por. Um – fiz algumas pausas entre as palavras e no fim, fiz questão de o olhar directamente nos olhos; Um mar de caramelo com avelã – o meu sabor preferido – intenso, em que era fácil qualquer uma se perder..

Esses testes ainda estão em vigor no meu quarto? – ele olhou-me maliciosamente – Tendo em conta que te posso levar comigo hoje… – a sua mão foi parar às minhas pernas descobertas, pelo simples facto de estar a usar uns calções curtos. Muito curtos…

Os testes que quiseres, onde quiseres… - repeti o que já tinha dito outrora, e ele deu-me um leve apalpão na perna.

Acompanha-me até ao escritório – ele disse, perto da minha orelha.

Só porque é do meu interesse, Drew. Não porque tu mandaste – mordi o meu lábio, deixando-me ainda mais sexy e separei-me dele, enquanto esperava que ele descesse as escadas.

Não sei como, mas surgiu-me este novo apelido para ele, e seria assim que o trataria a partir de agora.

Depois faço-te uma visita guiada pela casa – ele riu-se, percebendo que eu esperava qualquer movimento dele, já que não fazia a mais mínima ideia de onde era o escritório – e se ficares muito cansada, mostro-te o meu quarto – e lá estava ele a piscar-me o olho novamente.

Creio que aí não iria descansar, decerto – respondi-lhe com um sorriso malicioso – mas agora, despacha-te. Já estamos à muito tempo nesta conversa de xaxo.

Ele encarou-me, e logo em seguida desceu. Hey – chamei a sua atenção – Onde é que está a Barbie Rebelde? – não que a sua presença fosse importante. Aliás, quanto mais longe e enterrada na terra ela estivesse, melhor – ah não, espera, não respondas. Foi-se armar em puta mais um bocado, porque o tanto que ela já é, não lhe chega – acabei a frase com um sorriso triunfante nos lábios.

Vocês nem se conhecem, para quê todo o esse ódio? – ele perguntou.

Respondi-lhe prontamente – Por favor Drew, já olhaste bem para ela? – ele abriu a boca para responder - Espera, pergunta retórica, não respondas – revirei os olhos – Se estiveres na Lua, consegues ver uma puta, à vista desarmada. E essa é, sem sombra de dúvidas, a tua amiguinhaera impossível que ele não tenha notado o meu sarcasmo, na última palavra da frase.

Ele limitou-se a bufar, e nada disse, pois também já nos encontrávamos à porta do escritório.

Quando ele abriu, já se encontravam lá alguns homens. Reconhecia-os como capangas e membros do gangue do Bieber, pois já tinha visto fotos de cada um deles.

Bom dia – disse o mesmo assim que fechou a porta – bem, esta é a Brenda – ele apresentou-me, fazendo-me sentar ao lado dele, num dos três sofás ali distribuídos à volta de uma mesa de centro, baixa, toda ela em vidro, com um cinzeiro por cima, e alguns maços de tabaco. Só para não falar em pequenos sacos de erva, e outros de cocaína.

Então Bieber, pensava que não podias trazer as tuas amigas putas para as nossas reuniões – disse um homem entroncado, com barba. Já tinha visto algumas fotos dele, e sabia que tinha uma irmã. Quando o encarei mais detalhadamente pude perceber alguns traços de parecença com a Decay.

Levine, não fales assim só porque não autorizo a tua irmã a entrar cá, quando estamos a tratar de negócios – notava-se a tensão no ar.

Tu sabes que a Decay é de confiança… - ah, então afinal, a Barbie Rebelde era a irmã dele.

Se é que posso falar, peço desculpa, caro… - tentei recordar-me do nome dele dito à poucos minutos atrás – …Levine, é mesmo por putas não estarem presentes nas vossas reuniões de negócios que a Decay não entra – sorri falsamente, e lancei-lhe um olhar mortífero. Eu tinha acabado de me sentar e já tinha sido chamada de puta? Isso é que era bonito.

Ele ia responder, mas o Drew olhou para o mesmo, que com tal acto, reprimiu a sua futura acção.

Bem, passo a explicar a situação. A Brenda está aqui porque quer fazer parte do gangue – ele informou enquanto tirava um cigarro do maço de tabaco.

Como assim? Bieber, não a vais deixar entrar pois não? – de novo o Levine – Isso é um absurdo, a Decay também não pode. O que é ela – referindo-se a mim - a mais? – o tipo já me estava a irritar, sempre a meter o nome da outra ao barulho, e a tentar defende-la, nem sei ao certo do quê. Como se ela fosse alguma boneca de porcelana, super santa. Por amor de Deus, há gente mesmo ingénua..

Não esperei a vez do Drew tomar a palavra, e respondi. Afinal, também eu tinha boca para argumentar por mim própria – Bom, há pequenas diferenças entre mim e a Decay… Uma delas é que eu tenho um cérebro, e sei usá-lo de forma eficiente – terminei com um dos meus sorrisos mais vitoriosos, enquanto ele se limitou a olhar com desdém.

Bingo! E está 1-0, perdes tu Levine! – agora a voz veio de um rapaz de estatura parecida à do Drew. Senão estou em erro é o seu braço direito, e também melhor amigo. Ele lançou um olhar nada simpático ao irmão da Decay, acompanhado por um sorriso trocista.

Bem, o que está em causa é: todos concordam em fazer-lhe alguns testes, e depois decidir se ela passa ou não? – o Drew encarou todos os presentes, e eu fiz o mesmo.

O Levine tinha um ar de aborrecimento na sua cara, e com os braços cruzados ao peito, nada disse. Uma atitude infantil, sem margem de dúvidas. Deveria ser defeito de familia.

Não vejo o que perdemos com isso, eu concordo! – olhei para o dono daquela voz, e deparei-me com uma personagem morena, com um físico invejável. Ele sorriu-me, e eu, inevitavelmente, fiz o mesmo.

Afinal eu vim parar onde mesmo? Ao escritório do Bieber ou ao Paraíso?

Mesmo que não concordássemos irias fazê-lo Bieber – desta vez tinha sido um homem – o que eu não achava a melhor palavra para os descrever, vá se lá saber porquê – de cabelo escuro, e olhos claros. Penso que o chefe Reynolds me informou que era o que tratava de questões a nível de informática. O típico nerd-hacker.

Todos se riram, menos o Levine. Continuava com a mesma expressão de à pouco tempo atrás. Não tinha movido um único músculo.

Levei as mãos ao bolso do meu casaco, e de lá tirei um maço de tabaco, Marlboro, e um isqueiro laranja fluorescente. Apressei-me a levar um dos 16 cigarros ali existentes à boca, e acendi-o.

O Drew encarou-me; Não sabia que fumavas – disse-me ele, olhando fixamente para a minha boca, onde se encontrava o fino tubo de nicotina.

Lancei o fumo, e fiz pequenas bolas com o mesmo, que com o tempo se dissiparam no ar. Há tanta coisa sobre mim que tu ainda não sabes… - deixei a frase meio “suspensa” digamos assim, e ele encarou-me.

Espero vir a saber, temos todo o tempo do mundo – depois da resposta da parte dele, trocamos olhares intensamente, e o Levine assim que percebeu isso, fez questão de nos interromper, provavelmente com medo que a sua pequena irmãzinha perca o amor da vida dela. Notaram a ironia presente?

Não, não temos todo o tempo do mundo. Tempo é essencial. E vamos perder o nosso a fazer-lhe testes rídiculos. Ela é uma mulher! Nunca vai conseguir desempenhar as mesmas funções que nós – ele encarava o Drew. Era evidente que a sua voz continha traços de raiva. Ele não aprovava de todo a situação.

Antes que alguém dissesse alguma coisa, respondi-lhe eu – Enganaste, meu caro – sorri cinicamente – eu consigo fazer o mesmo que vocês, com duas distinções – ele olhou-me, esperando que eu continuasse – consigo fazê-lo melhor, e de saltos altos!

publicado por dan às 04:00
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11 comentários:
De p;αndяαde. ॐ a 26 de Julho de 2012 às 04:57
VAI BRENDA, VAI BRENDA.......... WIII!
apesar de teres demorado SEMANAS, eu gostei :( mas ainda espero pelo dia em q a nha bren winda, esfregue a fronha da decay no asfalte...... *just saying*
cara cê me acordou, eu ñ reconheci quem eras e fiquei s luz.... a nha vida anda como o meu €, uma valente kafibhkda! ._.
vá, vou-te responder no msn, kiss bitch*


De dan a 26 de Julho de 2012 às 06:18
A BRENDA É UMA GATA UU' AHAHA
foi só uma semana, e quero ver se começo já a escrever o meu próximo, assim que me disseres como é q vai ser o teu niña :o esse dia está nos meus planos, muahahah
AHAHAHAHAHAH 'tabas a dromire?' tadinha :( o karma é uma bitch, realmente..
não respondeste :( semente do demónio, vou chorar!


De cate a 26 de Julho de 2012 às 11:18
AMAZING JUST AMAZING!
a Brenda dá-lhe buée! juro adoro os comentários sarcásticos e os joguinhos entre ela e o Bieber!
volto a dizer, é uma das fics mais brutais que já li!


De Isabella a 26 de Julho de 2012 às 14:47
AMEI, está muito bom o capitulo!
Não há problema na demora embora eu estivesse ansiosa :) E ainda o estou porque com este final qualquer um fica.
Por isso assim que puderem poste mais porque esta Brenda e este Bieber hum, muito lhes espera!!


De mariab*♥ a 26 de Julho de 2012 às 15:05

Dan, todos nós temos problemas, mas ainda bem que se resolveram (: (...)
 (...) e pronto, o que posso dizer ? demoras-te eternidades (com motivos), mas o cap está mesmo perfeito !! estou ansiosa pela parte do Bieber *-*
 kiss *


De mariab*♥ a 26 de Julho de 2012 às 20:18

Nõa há nada para agradecer (; todos nós temos os momentos menos bons :s não tens de te sentir culpada de nada (: gostei mesmo muito do cap e estou ansiosa pela parte do bieber xD (andrade fofinha é contigo xD)
 kiss*


De mariab*♥ a 26 de Julho de 2012 às 21:02

Andrade, andrade, andrade, andrade, andrade fofinha vais postar rápido certo??? :D


De Dih'h ❁ a 28 de Julho de 2012 às 16:40
Oh ýeh bitch!
A Brenda é mesmo algo do outro mundo xb
Queria uma mulher assim em casa ^^
A Decay tem um irmão muito giro, tem xD
- Fico à espera de outro capítulo tão bom ou melhor que este!


De joao a 30 de Julho de 2012 às 13:06
sim, isso de escrever por obrigação é mt mau, e nao sai tao natural. E a imagem esta muito bem xD


De - MundoDePattyFãs ♥ Blog Oficial a 31 de Julho de 2012 às 10:20
como sempre, está brutal! :D


De patrícia oliveira a 4 de Setembro de 2012 às 19:48
Mas e mesmo, odeio regressar aquela escola. Sempre que ponho la os pes sinto-me triste, farta daquilo.
Tambem te segui.


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