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“inimigo disfarçado, é inimigo dobrado…”
Terça-feira, 10 de Julho de 2012

LF - ∞ Brenda

primeiro capítulo da fic, escrito por mim, e narrado pela Brenda. para lerem a introdução da fic, e mais algum bláblá, por favor cliquem aqui.

qualquer coisa, basta deixarem um comentário, que será logo respondido. ah, e já agora, o segundo capítulo vai depender da vossa vontade, visto que a andrade já o escreveu ihihih. beijinhos na bunda e até segunda

Tal como programado por mim, o despertador tocou eram 06:50h. Tinha 1h e 10min para me preparar e ir em direção à esquadra da policia, onde segundo o Velasco, o chefe iria falar comigo sobre algo que era do meu interesse. Mas se bem me lembro, quando ele me disse isso, a sua cara não era das melhores. Havia um misto de raiva com ironia.

Que merda! – pensei ainda antes de abrir os olhos. Estiquei o braço para fora da minha cama king size e logo fui tacteando por toda a minha cómoda até encontrar e desligar o maldito aparelho, emissor daquele som que provavelmente serviria para acordar as almas no Inferno.

Sem mais demoras, levantei-me e dirigi-me à casa-de-banho que tinha no meu quarto onde liguei a água do chuveiro, e enquanto esperava que a mesma ficasse à temperatura ideal, despi-me. Encarei-me ao espelho e.. Fodasse, eu era mesmo boa. Os meus pais tinham-me feito realmente com bastante amor e carinho. Ou então, talvez não tivesse passado de uma foda bem dada. Uau, acho que fico mesmo pela segunda hipótese. Mas não havia como negar, tudo em mim era perfeição, e eu usava isso como um trunfo a meu favor.

Sem mais demoras entrei no pequeno compartimento, decidida a tomar um banho rápido.

Depois de o fazer, saí enrolada numa toalha enquanto fui em direção ao closet. Outra coisa que eu gostava em mim: poderia usar o que quer que fosse, não havia como me ficar mal. Passei os olhos por todas as imensas roupas ali dispostas e escolhi algumas peças simples e básicas. Afinal de contas, iria ter que me fardar na esquadra.

Desci as escadas e encontrei a Rose na cozinha, a preparar o meu pequeno-almoço. Cumprimentei-a com dois beijinhos e pedi-lhe que se sentasse comigo a comer. Ela hesitou, mas como era hábito à já anos, ela assim o fez.

A Rose era a governanta da casa, e actuava também sob o papel de mãe-que-eu-nunca-tive. Mas bom, não é algo que eu queira realmente falar neste momento. Olhei para o relógio e reparei que tinha cerca de 20 minutos até entrar ao serviço. Peguei na minha mala e nas chaves do meu Audi A5 e saí. A esquadra era perto, por isso ainda tinha tempo de passar pelo Starbucks. Depois de o fazer, cheguei finalmente ao meu trabalho, e apressei-me a fardar. Eu própria não tolerava atrasos. Cumpria tudo à regra, e odiava quem não o fizesse.

Passei pela recepção e o Velasco estava a entrar.

Bom dia Mendoza, é impressão minha ou hoje estás mais sexy que o normal? – e pronto, iria começar. Olhei para ele e o mesmo esboçava um sorriso cínico.

Ignorei-o e voltei-me de novo para a recepcionista, interessada em saber se o chefe já tinha chegado. A moça nem teve tempo de responder, considerando que o Velasco se intrometera.

Não sabes que ele só chega às 08h15? E bom, pelos meus cálculos ainda são 08h10. Brendinha Brendinha, será que ainda não aprendeste essas pequenas coisas? – ele tinha um sorriso vitorioso nos lábios, como se quisesse dizer “Eu sei mais que tu, sou o melhor, e ponto final”. Ele queria provocação a esta hora? Então eu vou dar-lha.

Escuta aqui uma coisa Velasco, não sabes que interromper as conversas dos outros é uma tremeeeenda falta de educação? – arrastei a palavra tremenda enquanto passava o dedo indicador pelos seus abdominais, que se têm vindo a revelar extremamente definidos – E sabes, eu estou mais interessada em fazer o meu serviço do que em controlar os horários do chefe, para a seguir ir a correr feito cão, bajular-lhe e lamber-lhe as botas. Por isso agradecia que te metesses na tua vida, que tal? – afastei-me rapidamente com um sorriso nos lábios. Será que ele ainda não percebera que quem assume o controlo de o que quer que seja, sou eu?

Ele iria ripostar, mas não lhe dei chances para tal – Ah, e para ti? É agente Mendoza, estamos entendidos? – virei-me, decidida a ir para o meu escritório, mas uma mão segurou-me com firmeza, não me deixando continuar.

Entenderia melhor contigo deitada na minha cama, ou quem sabe noutro sítio.. – pude ver malicia no seu olhar. E bom, há que admitir que ele não era um mau partido. Mas o seu nível de estupidez ultrapassa a escala, por isso talvez servisse para umas brincadeiras, e pouco mais.

Já que a recepcionista tinha saído e não se encontrava ninguém na divisão, iria aproveitar para usar o meu mais recente brinquedo: Velasco. Sim, agora iria ficar interessante. Talvez ele é que não fosse gostar muito, mas.. Quem disse que eu me importo com ele?

Ai sim? Fala-me melhor disso então.. – passeei preguiçosamente a minha mão delicada sobre os seus ombros.

Olhei de soslaio para ele e era evidente que o espanto se apoderara de todo ele, talvez pela minha atitude.

Sem nunca deixar de perder a pose, o mesmo continuou – Sempre te julguei esperta Mendoza, não me vais desiludir agora, pois não? – puta que pariu, aquela voz deixava-o ainda mais sedutor.

Já te disse que para ti é agente Mendoza, não queres abusar da sorte, suponho.. – continuei o que estava a fazer, enquanto esperava uma resposta da sua parte.

Porquê que és sempre tão desagradável? A tua mãe não te deu educação? – ele respondeu, trocando o assunto.

Hmmm – fingi alguma hesitação – Deu, mas eu não quero usá-la contigo – falei ligeiramente mais baixo e perto do seu ouvido.

Reparei que ele se tinha arrepiado, e nada disse. Eu virei costas e rumei ao meu destino: o escritório.

Liguei o computador portátil que se encontrava em cima da secretária, e sentei-me, mexendo e organizando alguma papelada que por lá se encontrava disposta, quando batem à porta. Depois do meu consentimento, a recepcionista baixinha entrou e pediu que fosse ter com o chefe. Assim o fiz, e apressei-me, já que a curiosidade também era muita.

Bati à porta do seu gabinete, e ouvi um “Entre” sumido. Assim fiz, e sentei-me quando Sr. Reynolds assim o pediu.

Bom dia agente Mendoza, penso que já sabe o porquê de a ter chamado aqui – começou ele – Pedi ao seu colega Velasco que a informasse que teria uma proposta para si..

Bom dia chefe Reynolds. Sim, o meu colega transmitiu-me essa informação, e tenho a admitir que estou curiosa para saber do que se trata.

Bom, presumo que se lembre do senhor Bieber.. – Que senhor? Aquilo não passava de uma amostra de homem, com a mania que é o maior traficante da zona.

Sim, não há como esquece-lo – ok, eu não estava a mentir, aquilo é um bocado do paraíso na Terra, sejamos sinceros – Afinal, já faz algum tempo que o tentamos apanhar, e nunca fomos bem-sucedidos.

Ora aí está uma qualidade que aprecio em si... – ele curvou-se sobre a mesa e esperei que continuasse - Vai directa ao ponto certo – ele fitou-me enquanto pela cabeça me passavam mil hipóteses sobre o que poderia ser essa tal proposta.

E a proposta será qual então? – perguntei sem rodeios. Aquela conversa começava a enervar-me, e por acaso já mencionei que paciência não é o meu ponto forte? Não? Pois então tomaram agora conhecimento disso.

Digamos que há muita gente atrás do senhor Bieber, e estão inclusive, dispostos a pagar altas quantias monetárias para o verem por detrás de uma cela – claro, dinheiro. Sempre à base disso. Pôr aquele traficante de merda aqui porque ele secalhar merece, isso ninguém se lembra.

Ah sim, também domino a ironia, e odeio quando não sou bem entendida, derivado a isso. Vão tomando nota.

A pergunta é “como?”. O Bieber é esperto, ele consegue sempre dar a volta a situação. E acho que todos têm conhecimento disso. – informei, tentando fazê-lo ver que o que quer que ele tivesse em mente, e que envolvesse o Bieber, não seria de todo fácil.

Aí é que a agente Mendoza entra. Foi elaborado um plano para arranjarmos provas concretas contra o Bieber. Mas ele só pode ser executado por alguém que tenha rédeas para isso. Está fora de questão colocar qualquer um dos meus homens, já que persuadir o senhor Bieber é uma tarefa difícil… – apressei-me a cortá-lo:

E que deve ser executada por uma mulher, estou certa? – a menos que o Bieber tivesse começado a jogar na outra equipa ele não resistiria a um par de mamas. Homens como eles são todos iguais.

Exactamente! – assentiu - Sabemos que o senhor Bieber frequenta uma discoteca conceituada no centro da cidade, e pelo que nos informaram, provavelmente hoje ele estará lá. O plano passaria por um dos seus colegas – provavelmente o agente Velasco – ameaçá-lo à saída da discoteca, contando que ele não deve estar armado, e então apareceria a agente Mendoza, que acabaria por encenar um salvamento. E a partir daí conseguir infiltrar-se no seu gang, para nos arranjar provas concretas contra ele.

Era um bom plano, e com certeza não seria difícil. Não para mim. O Bieber é um canalha, não há como resistir a uma mulher como eu.

Eu aceito! – disse sem qualquer hesitação. Não tinha nada a perder. Ele era esperto, sim. Mas não tanto como eu – Mas com uma condição... O agente Velasco fica de fora de qualquer procedimento deste caso! – não lhe ia dar esse prazer. Para além do mais, ele nunca colocaria a sua vida em risco perante o Bieber.

Ele é dos melhores homens que tenho neste momento. Seria um erro não o colocar como seu.. ajudante.

Sabia que o Sr. Reynolds não me negaria nada, para além do mais, neste caso do Bieber. Que envolve a sua carteira e mais uns quantos milhões.

Erro seria meter o agente Velasco e o senhor Bieber no mesmo perímetro. Poderia ser fatal, e não queríamos isso, certo? Para além do mais, o Bieber já conhece bem a cara do agente... Ele iria logo desconfiar de algo – bingo! O Velasco já tentou apanhar o traficantezinho algumas centenas de vezes. Mas sempre sem sorte.

Bom, tem razão agente Mendoza. Alguma sugestão, então? – ele referia-se ao homem que iria fazer parte do plano desta noite.

Porque não um estagiário?! Ele não terá que fazer nada de especial, e não corremos o risco do senhor Bieber se relembrar de alguma cara, das eventuais vezes que por aqui passou.

Certo, bem pensado. Admiro a sua inteligência, daí a ter escolhido para este caso – bláblá. Este não pode ver um rabo-de-saias, que fica assim.

Obrigado chefe Reynolds, sinto-me lisonjeada por tal acto da sua parte – fui buscar o sorriso mais cínico que tinha, para pôr na cara, naquele instante – Bom, se me dá licença, tenho alguns papéis para organizar.

Com certeza, aliás, aproveite e tire o resto do dia. Vou falar com algum dos meus homens e mais tarde ligo-lhe a dar-lhe algumas indicações para logo à noite.

Muito obrigado e ficarei à espera da sua chamada, chefe. Com licença – ele assentiu e eu saí dali, passando pelo meu escritório, onde tinha a mala com os meus pertences.

Quando estava a sair, vejo a porta do escritório do Velasco aberto, então decidi passar por lá.

Bem bem, ora vejamos se o caso do Bieber não é meu… - tinha que irritá-lo de algum modo.

Sabes que o chefe só te pôs no caso, porque és boa, e aquele traficante de merda vai querer foder-te, e assim consegues ir para casa dele. De forma contrária, o caso era meu! – podia ver a raiva nos seus olhos, mas isso só me fez ficar com mais motivação.

Sim claro, até porque de todas as outras vezes, conseguiste realmente metê-lo cá dentro, não é verdade?! – hesitei um pouco, mas logo continuei – Oh, não respondas. Pergunta retórica. Mas na verdade todos sabemos bem que não… Que pena Velasco – fingi tristeza, só para o provocar. E pelos vistos a tarefa foi concluída.

Não vais passar de mais uma que tentou e fracassou. Vais servir apenas para ele comer algo de diferente. Achas que vais conseguir o que todos tentam à anos? Não me parece querida. E se vais com esse pensamento, deixa-me dizer-te que, das duas uma, ou és muito parva, ou andas a dar na branca, tal como ele – e para acabar em beleza, um sorriso nada cínico (ironia: off). Aproximei-me dele e passei a mão pela sua face.

Velasco querido… Sempre tão confiante do que dizes não é verdade? – parei perto dos seus lábios, e olhei directamente nos seus olhos – Mas sabes, os outros não têm o que eu tenho. Nem mesmo tu, tens a audácia suficiente para prender o Bieber. Admite que te irrita que ele seja sempre mais esperto que tu – desci as mãos para os seus abdominais – Sabes, mesmo que eu fracasse, coisa que não vai acontecer, a ideia continua a não ser tão má… Eu, o Bieber, um quarto com uma cama grande, e noites por preencher – decidi ser um pouco mais ousada e cravei as unhas no seu pescoço, logo em seguida depositando alguns beijos por lá – Admite também que querias estar no lugar dele nesse momento – sussurrei perto da sua orelha – Eu vou conseguir mete-lo atrás das grades, e quando o fizer, serei a mulher mais feliz do mundo.

Não tão feliz como eu te posso fazer dentro de 4 paredes, acredita – ele agarrou na minha cintura com força e encostou-me à parede mais próxima que ali havia, que deveria estar a sensivelmente 10 centímetros dos nossos corpos.

Sabes, eu não duvido das capacidades do Bieber… Mas assim que experimentar, digo-te algo, parece-te bem? – provoquei mais um pouco, olhando nos seus olhos.

Parece-me bem que sejas minha, isso sim!

Soltei uma gargalhada – Sabes que isso nunca irá acontecer, certo? Eu não fui feita para ser posse de alguém.

Quem sabe, isso não muda… - ele demonstrava-se confiante no que dizia, mas era uma pena que não soubesse jogar como eu.

Tenho que ir, see ya – mordi-lhe o lóbulo da orelha, e saí dali, indo até ao meu carro.

Olhei no meu relógio e marcava pouco mais que o 12h30 por isso dirigi até ao centro de comercial mais perto. Almocei por lá e em seguida dei uma volta por algumas lojas da minha preferência. Comprei algumas roupas, mas nada de mais. Não era uma pessoa consumista ao extremo.

Como a tarde ainda ía a meio decidi mandar mensagem à Danna, a minha melhor amiga, e conceituada médica, para saber se ela estava livre para bebermos um café. Passados alguns segundos o telemóvel toca e a resposta era afirmativa. Fui andado para o café onde tínhamos combinado encontrarmo-nos, visto que o centro comercial estava a ficar movimentado de mais, e não me apetecia mais confusão para o dia de hoje.

Cheguei lá e ela já estava à minha espera, sentada numa mesa da esplanada.

Bitch, desculpa o atraso. Está um trânsito infernal. Estás aqui à muito tempo? – cumprimentei-a com um abraço apertado.

Não, cheguei agora mesmo, foi só o tempo de me sentar.

Pedimos dois cafés, e aproveitei para lhe contar as novidades sobre o novo caso que me tinha sido entregue. Ela demonstrou-se empolgada, pois sabe que, afinal, estamos a falar do Bieber, o que só por si já é algo que me deixe excitada em vários sentidos. Homem gostoso da puta que pariu

A tarde passou rápido, e depois disso fui para casa. Aproveitei para tomar banho, mudar de roupa, e arranjar-me (sim, ainda mais) já que tinha uma espécie de encontro com o traficante mais conhecido que existe.

O chefe Reynolds ligou, e combinamos todos os detalhes; Um estagiário qualquer que eu não faço intenções de saber o nome, vai ameaçar o Bieber à porta da discoteca, na altura da saída, onde eu já vou ter dado a volta aos seguranças que se encontram na porta, já que não queremos terceiras personagens envolvidas, e que possam deitar tudo a perder. Logo depois disso é simples. Eu apareço vinda de qualquer beco que lá tenha, e mando-o ir embora, com algumas ameaças. E eis então que surge a melhor parte: Bieber!

Jantei com a Rose, e quando se encontrava na hora certa, saí em direção à discoteca. A partir daqui, algumas coisas iam sofrer alterações… Alterações drásticas.

Game on, bitches!

publicado por dan às 04:30
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10 comentários:
De p;αndяαde. ॐ a 10 de Julho de 2012 às 05:27
aqui estou eu...... "chegando tarde, assim q vou subir as escadas, vou inventando mil mentiras. oq q eu vou-lhe dizer dessa vez? oq?" hihi
cara, como eu já te tinha dito: eu GOSTO IMENSO doq escreves :( és uma bitch talentosa...... apesar de irritante. demoras-te uma eternidade a escrever isto, até me fizeste pensar q tinhas sido morta por teres adquirido o último bilhete do jjjjjj. :(( FIZESTE-ME SOFRER, DEVIAS DE MORRER!!!!!!!! (mas só qd acabarmos a fic, hihi). vá, vou bazar e responder-te no msn hihi. bye, dama da street........ kiss kiss*


De dan a 10 de Julho de 2012 às 05:41
em minha defesa: demorei dois dias! andava com uma vida ocupada, tsá? e confesso que a minha imaginação andava sumida :(
que último bilhete pá? fui a 16º pessoa em porugal a tê-lo nas minhas mãos u.u rói-te praí de inveja, little slut ♥
vai ser uma fic mega linda, é verdade. agr faz masé aquilo no nyah que eu vou buscar bolachas, unf. kisses e bombas, e chapadas nas trombas! ahahahah onde é q se apaga a conta msm? kkkk #parei


De cate a 10 de Julho de 2012 às 14:24
done, estou apanhadinha pela fic e agora vão ter-me à perna até a acabarem. God como é possível alguém escrever tão bem? I'm jealous now.
Anyway, já têm uma fã e quero ler mais depressa, obrigada.


De Isabella a 10 de Julho de 2012 às 14:24
Gostei muito do capitulo :)
Está diferente de tudo o que tenho lido e isso agrada-me muito!!
A Brenda é qualquer coisa ahaha xD
Quero mais em breve.


De liz collingwood a 10 de Julho de 2012 às 22:21
pronto, digamos que foi a melhor fic de sempre, diferente, adulta (se me faço entender), bem estrutura. sinceramente, como tivesse a ler um livro.
estão realmente de parabéns ! por favor, continuem porque estou delirada :D


De Isabella a 10 de Julho de 2012 às 22:55
Obrigada :)
Conseguiram mesmo passar isso para mim pelo menos. Fico então à espera do capitulo :)
Beijinho


De liz collingwood a 11 de Julho de 2012 às 00:34
mal posso esperar então pelo 2º :b
eu também já te sigo, beijinho xx


De - MundoDePattyFãs ♥ Blog Oficial a 11 de Julho de 2012 às 10:33
gostei muito do capítulo, até agora a história está a ser bastante cativante ;) continua! 


De mariab*♥ a 11 de Julho de 2012 às 18:14

Adorei, o cap. estou ansiosa pelo próximo ; muito rápido sim ? (:


De mariab*♥ a 11 de Julho de 2012 às 19:32

espero que sim (:


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